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May 16th, 2012 No comments

Começa nos 2:00

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Jobs sobre IBM

April 21st, 2012 No comments

Is there anybody out there?

Lendo estes post sobre IBM pelo Cringely achei esta pérola jobsniana.

“If you were a product person at IBM or Xerox, so you make a better copy or a better computer, so what?” Jobs asked rhetorically. “When you have a monopoly market share the company is not any more successful.   So the people that can make the company more successful are sales and marketing people and they end up running the companies and the product people get driven out of decision making forums.  And the companies forget what it means to make great products.  Sort of the product sensibility and the product genius that brought them to that monopolistic position gets rotted out by people running these companies who have no conception of a good product versus a bad product.  They have no conception of the craftsmanship that’s required to take a good idea and turn it into a good product and they really have no feeling in their hearts usually about wanting to help the customers.”

Aproveitando a deixa, melhor texto que li sobre Jobs aqui. Veja a relação de ódio e vingança na Next vs amor na Pixar.

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Sobre Salvador (por Fredie Didier Jr.)

December 9th, 2011 No comments

(este texto abaixo não é meu, mas concordo com ele 100%. O autor é Fredie Didier Jr.)

 

Ouvi de um guia grego que o legado histórico da Grécia não são seus monumentos, que são poucos, mas, sim, as suas ideias. Na Grécia, os monumentos que existem representam ideias que já existiam. Os anfiteatros gregos foram construídos para servir ao teatro que já se praticava – o teatro precedeu o anfiteatro. As ideias, disse-me, devem preceder os monumentos.
Lembrei-me de monumentais estádios de futebol sendo construídos em cidades que não possuem futebol profissional; belas e imensas esculturas de mármore representando canalhas etc. Monumentos que precedem ideias. Lembrei-me, ainda, de episódio de “O Bem Amado”: Odorico Paraguaçu inaugurando o cemitério, a maior obra de sua gestão, o seu mais grandioso monumento, construído em uma cidade em que ninguém morria.
Lembrei-me da minha cidade, com tristeza e melancolia. Salvador não passa por um bom momento histórico.
Não falo da crise em sua monumentalidade: Pelourinho abandonado, metrô inacabado, ruas sujas. Embora grave, este tipo de problema é de solução mais fácil.
Não me refiro, igualmente, à violência que nos assola. A violência impressiona, mas não destoa do que acontece em outras metrópoles.
Falo de outra espécie de crise, mais profunda e de efeitos mais deletérios. Salvador está em crise existencial.
Salvador foi, entre as décadas de 40 e 60 do século passado, um dos dois maiores polos culturais do Brasil. Caracterizava-se por uma efervescência criativa impressionante. Edgard Santos, na UFBA, era o grande timoneiro, trazendo à Bahia figuras como Agostinho da Silva, Eros Martim Gonçalves, Lina Bo Bardi, Ernst Widmer, Hans Koellreutter, Lia Robato e Yanka Rudzka. Em um mesmo local e uma mesma época, Diógenes Rebouças, Walter da Silveira, Carybé, Jorge Amado, Pierre Verger, Mário Cravo, Floriano Teixeira e Pancetti podiam ser vistos caminhando pela cidade. Machado Neto, jurista inigualável, assombrava; Milton Santos já mostrava o talento de quem se tornaria um dos maiores geógrafos do mundo. Para não falar da Ângulos, na Faculdade de Direito.
Não por acaso, logo apareceriam a Tropicália e o Cinema Novo. A primeira, com Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, Rogério Duarte e Capinan, no final da década de 1960, um movimento cultural vanguardista essencialmente baiano; o segundo, com Glauber Rocha, entre o final dos 50 e o início dos 60, que teve em Salvador um dos seus centros de influência. Isso sem falar de Maria Bethânia cantando Carcará e de João Ubaldo Ribeiro iniciando sua vida profissional. Não faltavam ideias, não faltava ousadia, não faltava gente. Era a “vanguarda na Bahia” (Antônio Risério).
Mas, de alguns anos para cá, Salvador parece que perdeu o viço. A cidade, que “começou a existir para que o Brasil existisse” (Antônio Risério), apequenou-se.
O que marca Salvador atualmente? Quais as nossas ideias? Qual a nossa contribuição? De que modo interferimos no Brasil e no mundo?
Temos de retomar a nossa caminhada e refundar a cidade. Dar início a uma espécie de Renascença soteropolitana. Construir uma Recidade, como talvez dissesse Gilberto Gil.
É preciso fazer com que competência, criatividade, ousadia, inventividade, esmero, beleza, talento e dever sejam considerados valores indispensáveis ao desenvolvimento da cidade.
É preciso que o rigor não seja interpretado como tirania, o refinamento, boçalidade, e a inteligência, um insulto. Êxito, sucesso, prestígio não podem ser motivo de anátema. Temos de reconstruir a semântica da nossa convivência, para que ambição e vaidade sirvam para compor frases sem teor pejorativo. É preciso resgatar a ambição pela excelência e a vaidade do fazer bem feito.
Quem sabe, assim, “a seta” da cidade “acerta o caminho e chega lá”, como diz Caetano. Nessa canção, Caetano dirige-se à cidade e pede a ela que insista no que é lindo e, então, “o mundo verá tu voltares rindo ao lugar que é teu no globo azul, Rainha do atlântico sul”.
Salvador merece que façamos tudo isso por ela e a gente merece voltar a sentir orgulho da nossa cidade.

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Zetks / Azure

August 2nd, 2011 1 comment
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Genome Startup

May 29th, 2011 No comments

Imagine uma iniciativa que tenha o objetivo de transformar empreendedorismo em ciência.

Que o líder desta iniciativa tenha este objetivo pela simples razão de ter sempre perseguido as grandes tendências, envolvido no Institute for the Future e na Singularity University. Ele também é membro da Sandbox Network.

Que ele tenha chegado a conclusão que o problema do mundo não é pobreza ou qualquer outra doença. O problema é não termos gente suficiente trabalhando nestes problemas e que a forma mais correta de corrigir isso seria escalar o empreendedorimo, transformando-o em processo com ferramentas e um corpo de conhecimento.

Imagine que o líder desta iniciativa chamada Genome Startup é Max Marmer e que ele tem  18 anos de idade. Veja o site e o paper de 50 páginas com as primeiras conclusões dos estudos dele e de sua equipe.

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Excelente palestra sobre sociologia / empatia em um TEDx

May 15th, 2011 No comments
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Para ver a palestra com legendas (ainda não tem em pt-br)

http://www.ted.com/talks/lang/eng/sam_richards_a_radical_experiment_in_empathy.html

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Berimbo (robô tocardor de berimbau) no Hack a Day

April 3rd, 2011 No comments

O Berimbo do Bilab foi destaque no Hack a Day.

Dá uma olhada aqui

Categories: inovacao, tech

Entrevista ao Olhar Digital

February 8th, 2011 6 comments

Categories: pessoal, tech

Carro / Onibus / Bicicleta

July 3rd, 2010 1 comment

Acho que não precisa desenhar. Com esta imagem do departamento de transporte de Munich fica clara a razão que a solução para transporte de massa nas cidades não é construir mais viaduto, alargar ruas ou mais avenidas. É tirar todo mundo dos seus transportes privados e colocar em transporte público de massa (ou bicicletas). Tem que tornar o uso do transporte privado ineficiente do ponto de vista econômico (rodízio, pedágio urbano, IPVA mais caro etc) e atacar de forma séria o transporte de massa (O metrô de SSA é exatamente como este assunto não deve ser tratado)

Categories: pessoal, politica

Na Internet do Brasil

June 15th, 2010 No comments

Durante o jogo do Brasil e Coréia do Norte era meia noite. Veja o detalhe no gráfico do intervalo.

fonte do gráfico: ptt.br

Categories: inovacao, tech